Ligamos Claude, Gemini e OCI ao ERP que a sua equipa já usa.
A parte que decide se o projecto chega a produção não é o modelo — é a ligação ao que já existe. É o trabalho que fazemos primeiro.
O modelo é a fatia pequena do trabalho. O que decide se o projecto entra em produção é a ligação ao que já existe: autenticação, permissões, transacções, registos, tolerância a falhas e o hábito de quem usa.
Porque é que os pilotos não chegam a produção
Um protótipo corre num portátil com dados exportados. Um sistema em produção corre contra a base de dados real, com utilizadores concorrentes, permissões por perfil, janelas de manutenção e um plano para quando o serviço externo não responde.
A distância entre os dois não é de modelação — é de engenharia. É o trabalho que fazemos primeiro, não o que deixamos para o fim.
Onde ligamos
- Bases de dados. Oracle, SQL Server, PostgreSQL — leitura com as permissões da aplicação, não com um utilizador administrador partilhado.
- ERP e sistemas de gestão. Pela API quando existe, pela camada de integração suportada quando não existe. Nunca por escrita directa em tabelas que não nos pertencem.
- Aplicações internas. Angular, .NET, aplicações antigas em Delphi ou AS/400 — a interface continua a ser aquela a que a equipa está habituada.
- Filas e eventos. Kafka, filas de mensagens e processos agendados, para que a IA entre no fluxo sem o bloquear.
Princípios de arquitectura
- O modelo é substituível. Fica atrás de uma camada própria, para que trocar de fornecedor seja uma alteração de configuração e não uma reescrita.
- Falhar é previsto. Se o serviço de IA não responde, o processo degrada para o caminho manual em vez de parar.
- Tudo o que decide fica registado. Entrada, contexto usado, resposta, confiança e quem confirmou.
- Custo visível. Consumo por processo e por período, com alerta antes de a factura surpreender.
O que recebe
- A integração a funcionar em ambiente de produção, com testes e monitorização.
- Documentação da arquitectura e dos pontos de ligação, para que a sua equipa possa manter sem depender de nós.
- Acompanhamento nas primeiras semanas de utilização real, que é quando aparecem os casos que ninguém previu.
Perguntas frequentes
Trabalham com sistemas antigos?
Sim, é onde está a maior parte do trabalho útil. Temos experiência com Oracle, AS/400 e aplicações Delphi ainda em produção. A abordagem é ligar sem tocar no que funciona.
Precisamos de migrar para a cloud?
Não necessariamente. Há arquitecturas inteiramente dentro de casa e arquitecturas mistas. A escolha decorre dos requisitos de dados, não de uma preferência nossa.
Quem fica com o código?
O cliente. Entregamos código, documentação e acessos. Não construímos dependência de fornecedor por desenho.
Falamos sobre o seu caso?
Uma primeira conversa serve para perceber se há aqui trabalho que compense. Se não houver, dizemos.
Experimente a nossa IA em acção — o assistente foi construído por nós, com a mesma tecnologia que vendemos.