Conformidade com o AI Act, provada com documentação.
A prova de como o sistema decide, antes de alguém a pedir. Registo, custos, política de dados e o dossiê técnico que a fiscalização vai querer ver.
Mais cedo ou mais tarde alguém pergunta porque é que o sistema decidiu assim: um cliente, uma auditoria interna, um regulador. Ter a resposta pronta é uma decisão de arquitectura que se toma no início — reconstruí-la depois é caro e, muitas vezes, impossível.
O que registamos
- A entrada. O pedido tal como chegou, com dados sensíveis mascarados onde tem de ser.
- O contexto. Que documentos ou registos foram usados para produzir a resposta — sem isto não há explicação possível.
- A decisão. O que o sistema respondeu, com que grau de confiança e contra que limiar.
- A intervenção humana. Quem reviu, o que alterou e quando.
- O custo. Consumo por pedido, agregado por processo e por período.
Política de dados
Escrevemos, com a sua equipa, o que pode sair da organização, para onde, durante quanto tempo e sob que contrato. Depois implementamos essa política em código — mascaramento, retenção, controlo de acesso — para que não fique a depender de boa memória.
Onde a categoria de dados o exigir, a alternativa é um modelo alojado na sua infraestrutura. É mais caro a operar e às vezes é a única resposta aceitável.
Controlo de custos
O consumo de modelos comerciais cresce sem aviso quando a adopção aumenta. Instrumentamos por processo, definimos tectos e alertas, e identificamos os pedidos caros que podem ser servidos por um modelo mais pequeno ou por uma resposta em cache.
Preparação regulatória
O Regulamento Europeu de Inteligência Artificial classifica sistemas por risco e impõe obrigações de documentação, supervisão humana e rastreabilidade aos que estão em categorias mais exigentes. Não somos consultores jurídicos e não fazemos a qualificação legal do seu caso — construímos o registo técnico e a documentação de funcionamento que a sua equipa jurídica precisa de ter para responder.
Perguntas frequentes
Isto aplica-se a nós se só usamos um assistente interno?
O registo e o controlo de custos aplicam-se a qualquer utilização com alguma escala. As obrigações regulatórias dependem da classificação de risco do caso concreto, que é uma avaliação jurídica.
Podem auditar um sistema de IA que já temos a correr?
Sim. Revemos o que está registado, o que não está, onde é que o sistema decide sem supervisão e onde é que os dados saem sem controlo, e entregamos um plano de correcção por prioridade.
Quanto tempo se guardam os registos?
Definimos consigo, em função da finalidade e das obrigações aplicáveis. Guardar tudo indefinidamente também é um risco.
Falamos sobre o seu caso?
Uma primeira conversa serve para perceber se há aqui trabalho que compense. Se não houver, dizemos.
Experimente a nossa IA em acção — o assistente foi construído por nós, com a mesma tecnologia que vendemos.