Quanto custa, e porque é que a resposta honesta começa por uma pergunta.
Não publicamos tabela de preços porque seria falsa. Publicamos o método de orçamentação e os intervalos que praticamos — que é o que permite decidir se vale a pena marcar uma conversa.
Porque não há tabela
Dois projectos com o mesmo nome — «assistente sobre documentos internos» — podem diferir dez vezes no esforço. O que muda não é o modelo: é o estado dos dados, o número de sistemas a ligar, quem tem de aprovar o quê e se existe alguém do lado do cliente disponível para responder a perguntas durante o trabalho.
Uma tabela que ignore isso ou está inflacionada para cobrir o pior caso, ou está subvalorizada e será corrigida a meio. Preferimos estimar depois de perceber.
Intervalos que praticamos
- Diagnóstico de oportunidade. Duas a quatro semanas. É um valor fechado, conhecido antes de começar, e é o mais barato dos trabalhos que fazemos — deliberadamente, porque é o que evita gastar mal o resto.
- Primeiro caso em produção (assistente, automação ou agente). Seis a doze semanas de trabalho. Valor fechado quando o âmbito está definido; por iterações quando ainda não está.
- Integração em sistemas existentes. Depende quase inteiramente de quantos sistemas e de que qualidade têm as APIs. É a rubrica onde a estimativa sem levantamento é menos fiável.
- Governação e auditoria. Trabalho delimitado, com entregável documental definido à partida.
- Operação mensal. Consumo de modelos, alojamento e manutenção. Instrumentamos por processo desde o primeiro dia para que este número seja previsível e não uma surpresa.
O que faz o custo subir
- Dados dispersos por sistemas que não falam entre si, ou sem uma versão de referência.
- Sistemas antigos sem API, onde a ligação tem de ser construída antes de qualquer trabalho de IA.
- Requisitos de conformidade que obrigam a modelo alojado dentro de casa em vez de API comercial.
- Ausência de um interlocutor do lado do cliente com tempo e autoridade para decidir.
O que faz o custo descer
- Começar por um caso só, medido, em vez de uma plataforma.
- Dados já centralizados, ainda que desarrumados.
- Aceitar revisão humana numa primeira fase, em vez de exigir automação total desde o início.
- Ter o diagnóstico feito — reduz a incerteza da estimativa e portanto a margem de risco que ela tem de incluir.
Como trabalhamos comercialmente
Âmbito estável, valor fechado. Âmbito em descoberta, iterações com prioridade revista e possibilidade de parar no fim de cada uma. Não fazemos contratos que obriguem a continuar para justificar o que já foi gasto.
Perguntas frequentes
Qual é o projecto mais pequeno que aceitam?
O diagnóstico. É o ponto de entrada natural e não obriga a nada depois. Abaixo disso, normalmente a resposta certa é que ainda não é altura de contratar ninguém.
Dão estimativa sem reunião?
Damos ordem de grandeza por e-mail se a descrição for suficientemente concreta. Uma estimativa a sério exige perceber o processo, e isso são duas conversas.
Cobram o diagnóstico se avançarmos convosco?
O diagnóstico é um trabalho autónomo com valor próprio e é facturado como tal. O relatório é seu e serve para contratar quem quiser, incluindo outra empresa.
Quer uma ordem de grandeza para o seu caso?
Descreva o processo em duas linhas e diga que sistemas estão envolvidos. Respondemos com um intervalo e com o que precisaríamos de saber para o fechar.
Experimente a nossa IA em acção — o assistente foi construído por nós, com a mesma tecnologia que vendemos.