Em duas semanas você sabe qual sistema de IA dá retorno. Em doze, está usando.
Saímos do diagnóstico com o caso certo escolhido, orçamentado e pronto a entrar em desenvolvimento — não com um relatório para arrumar numa gaveta.
Antes de construir seja o que for, é preciso saber o que vale a pena construir. O diagnóstico separa os processos onde a IA devolve tempo e dinheiro daqueles onde só acrescenta uma camada de incerteza a algo que já funcionava.
O problema de começar pela tecnologia
A maior parte dos projetos de IA que falham não falha na modelação. Falha porque foi escolhido primeiro o modelo e só depois se procurou um problema para ele resolver. O resultado é um piloto impressionante numa demonstração e irrelevante na operação.
Invertemos a ordem. Olhamos para os processos que já existem, medimos onde é que se perde tempo e onde é que os erros custam dinheiro, e só aí perguntamos se há aqui alguma coisa que um modelo faça melhor do que uma regra simples.
Como trabalhamos
- Levantamento. Sessões com quem executa o processo, não só com quem o descreve. Entendemos o volume, o tempo por tarefa, os pontos de decisão e o que hoje corre mal.
- Inventário de dados. Que dados existem, onde estão, em que estado e quem os pode ver. É aqui que a maioria dos casos de uso morre — e é melhor morrer nesta fase do que seis meses depois.
- Priorização. Cada caso fica com esforço estimado, retorno esperado, risco associado e dependências. Ordenamos por retorno sobre esforço, não por vistosidade.
- Recomendação. Dizemos o que fazer primeiro, o que adiar e o que não fazer de todo.
O que recebe
- Um relatório com os casos de uso identificados e priorizados, com estimativa de esforço e de retorno para cada um.
- O mapa dos dados necessários e o que falta para os ter em condições.
- Os riscos de cada caso — de qualidade, de privacidade e de dependência de fornecedor — e como os limitar.
- Uma proposta de primeiro caso para pôr em produção, com critério de sucesso definido antes de começar.
Do diagnóstico ao sistema construído
O diagnóstico não termina num relatório: termina com o primeiro caso escolhido, orçamentado e pronto a entrar em desenvolvimento. Somos uma equipe que constrói — o que sai daqui vira código, não apresentações. Na maioria dos projetos, o primeiro sistema está em produção seis a doze semanas depois.
Desenvolvemos sobre Claude, Google Gemini e OCI Generative AI, integrados nos sistemas que já tem. Quando o caso certo é uma automação determinística em vez de um modelo, construímos essa — sai mais barata a operar e vem da mesma equipe.
Perguntas frequentes
Quanto tempo demora um diagnóstico?
Entre duas e quatro semanas, conforme o número de processos em análise e a disponibilidade das pessoas para as sessões de levantamento.
É preciso ter os dados organizados antes de começar?
Não. Avaliar o estado dos dados faz parte do trabalho. O que costuma acontecer é o diagnóstico revelar que o primeiro investimento certo não é em IA, é em organizar os dados.
O diagnóstico obriga a avançar convosco?
Não. O relatório é seu e é executável por qualquer equipe. Se decidir avançar com outro fornecedor, tem tudo o que precisa para instruí-lo.
Falamos sobre o seu caso?
Uma primeira conversa serve para perceber se há aqui trabalho que compense. Se não houver, dizemos.
Experimente nossa IA em ação — o assistente foi construído por nós, com a mesma tecnologia que vendemos.