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Agentes de IA trabalhando nos seus sistemas em menos de doze semanas.

Um agente não responde apenas: executa. Construímos o agente inteiro sobre Claude, Google Gemini ou OCI — integrações, permissões, registro e travões incluídos.

Um assistente responde. Um agente decide os passos, chama sistemas e altera estado. A diferença não é de inteligência — é de permissão. E é por isso que a conversa sobre agentes tem que começar pelos limites, não pelas capacidades.

O que muda quando o sistema age

Um assistente que responde mal produz uma resposta errada e alguém a corrige. Um agente que age mal emite a fatura errada, responde ao cliente errado ou fecha o pedido que devia ter ficado aberto. O erro deixa de ser textual e passa a ser operacional.

Isso não é argumento para não usar agentes. É argumento para desenhá-los ao contrário do que é habitual: primeiro define-se o que o agente não pode fazer, depois o que faz. Um agente sem fronteira escrita é um estagiário com acesso de administrador.

Como construímos um agente

  • Escopo fechado. Um agente por processo, com uma lista explícita de ações permitidas. Nada de agentes genéricos com acesso a tudo — são impossíveis de testar e piores de auditar.
  • Permissões próprias. O agente entra nos sistemas com a sua identidade e com os privilégios mínimos do processo, não com uma conta de serviço partilhada que ninguém sabe o que faz.
  • Passo reversível. Onde a ação tem consequência externa — enviar, pagar, apagar, publicar — há confirmação humana ou janela de reversão. O resto corre sozinho.
  • Registo integral. Cada decisão fica gravada com o que o agente viu, o que decidiu e porquê. É o que permite responder quando alguém pergunta o que aconteceu na semana passada.
  • Travão de custo. Limite por execução e por dia. Um ciclo de chamadas descontrolado é uma falha de operação, não uma surpresa na fatura ao fim do mês.

Onde compensam

Compensam em processos com várias etapas, que atravessam sistemas diferentes e onde hoje alguém faz de ponte entre eles: recolher dados de três sítios, validar contra uma regra, atualizar um registro e notificar quem precisa de saber. É trabalho de coordenação, não de julgamento — e é aí que a máquina é boa.

Quando a regra é simples e estável, construímos a automação determinística em vez do agente — mais barata de operar e saída da mesma equipe. A escolha entre as duas é de engenharia, e fazemos as duas.

Construímos o agente inteiro

Não entregamos um protótipo para outra equipe acabar. Construímos as integrações aos seus sistemas, a camada de permissões, o registro de cada ação, os travões de custo e o painel por onde a sua equipe acompanha o que o agente fez — em código nosso, entregue a funcionar e documentado para quem o vai manter.

Desenvolvemos sobre Claude, Google Gemini e OCI Generative AI, e a arquitectura deixa o modelo substituível: trocar de fornecedor é uma alteração de configuração, não uma reescrita.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre um agente de IA e um chatbot?

Um chatbot devolve texto; um agente executa ações em sistemas — cria registros, envia pedidos, atualiza estado. Por isso um chatbot avalia-se pela qualidade da resposta e um agente avalia-se pelo que consegue e não consegue fazer.

Quanto tempo demora a pôr um agente em produção?

Entre seis e doze semanas para o primeiro processo, incluindo o período em que corre em paralelo com o método atual sem substituir ninguém. Os seguintes são mais rápidos porque a infraestrutura de registro, permissões e travões já existe.

O agente vai substituir a equipe que faz este trabalho hoje?

Na prática desloca o trabalho: a equipe deixa de executar e passa a rever exceções e a afinar limites. Se o objetivo declarado for reduzir pessoal, dizemo-lo à partida — porque muda o desenho, a taxa de revisão aceitável e o risco que se está a assumir.

O que o setor reporta

Números de referência publicados sobre projetos desse tipo. Não são resultados nossos — são a ordem de grandeza que serve para enquadrar uma decisão de investimento antes de haver medição própria.

80–90%
redução de erros factuais em respostas ancoradas em documentos (RAG) ante um modelo sem recuperação
30–60%
redução do custo médio por atendimento em canais apoiados por IA
>80%
das empresas planejam integrar agentes de IA no prazo de um a três anos

Fontes: World Economic Forum e Capgemini (2025); referências publicadas do mercado de assistentes empresariais (2026). Medimos sempre o seu caso contra a linha de base atual antes de reivindicar qualquer ganho.

Tem um processo com demasiados passos manuais?

Descreva-o em duas linhas. Dizemos se é caso para agente, para automação simples, ou para nenhuma das duas.

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